O que quer que estejas a vivenciar tem a ver diretamente com o que buscas do mundo. Não há nenhuma outra razão para estares a aqui, além da satisfação dos desejos que acumulaste até agora. Toda esta realidade subjetiva serve esse propósito. Não existe mais nada que te prenda, do que os teus desejos. Achamos que temos uma grande visão da vida, que entendemos a realidade, no entanto, estamos limitados pelo buscamos, e o nosso entendimento da realidade, reflete apenas a nossa realidade subjetiva. Esta realidade subjetiva acontece apenas na nossa mente. Vejo o que posso de acordo com o que desejo. Dia após dia encenamos esta peça, atribuímos-lhe valor, vivenciamos o drama, a comédia, a tragédia, a aventura, o romance, que belos atores que nós somos.
Não existe morte, não existe nascimento, não existem outros além de mim, apenas uma Serenidade Absoluta, apenas um Oceano de Pura Consciência Cósmica, Pleno, Sereno, Imortal, Perfeito. A ilusão da separação, a busca desta plenitude, juntamente com a identificação com o corpo (conjunto do corpo físico, energético, emocional, mental) impele-nos nesta jornada em busca desta bem-aventurança, erroneamente através dos órgãos sensoriais, de dentro para fora.
O teu corpo é apenas um objeto na Tua mente, é uma criação da Tua mente, apenas existe na Tua mente. Todos os objetos que reconheces além de ti, fora de ti (pai, mãe, filhos, companheiros, casas, carro, dinheiro, etc) são apenas objetos na tua mente. E a tua mente existe no Self, este Self És Tu. Desta forma todos os empreendimentos na busca da plenitude como algo fora de ti, estão destinados ao fracasso, pois nada existe além de Ti. Nada trará plena satisfação, faltará sempre alguma coisa, e frustração será sempre a sua marca. Aprendemos que a felicidade é um estado continuo de excitação que ocorre após o contato entre objetos, entre o nosso corpo, e os objetos além e fora do mesmo. Nada poderia estar mais longe da realidade. Este contato aparente entre os objetos gera excitação, que podemos interpretar como excitação positiva, ou negativa, de acordo com a natureza dos objetos, ou seja, de acordo com a natureza do primeiro objeto (teu corpo), e de acordo com a natureza dos outros objetos (objetos além do teu corpo). A Felicidade é um estado de Serenidade absoluta, de ausência de excitação, de Plenitude, resultado da Auto-Realização, a única coisa pela qual vale a pena Almejar.
Pela lógica, excitação e serenidade são conceitos opostos, sendo que, irritação, nervosismo, exaltação, afervoraramento, estímulo, agitação, são sinônimos de excitação; e, tranqüilidade, pureza, calma, são sinônimos de serenidade. Completo, cheio, inteiro, satisfação, contentamento, perfeição, são sinônimos da palavra: plenitude. Desta forma não te iludas com os estímulos sensoriais, com os contatos entre os objetos, e busca a plenitude, a satisfação, o contentamento, e perfeição de Seres quem És, aquele Oceano de Pura Consciência Cósmica, Pleno, Sereno, Imortal, Perfeito!
Enquanto te identificares com o corpo e com a mente, vais reconhecer objetos além de ti, e continuar a gerar cobiça e aversão. A cobiça e a aversão que parecem diametralmente opostas, a uma luz maior são apenas estados de excitação, resultado do contato entre os objetos, de todo oposto à serenidade que buscamos. Realiza essa Consciência Una, pelo entendimento da natureza ilusória do que tens vivenciado. Vive a tua vida com um entendimento perfeito, de que o que estás a vivenciar é fruto de desejos passados, e que os desejos presentes vão criar o futuro, ou seja, mais vivências, e que enquanto não quebrares o ciclo, a ilusão continua, e o vazio permanece.
O vazio que sentes interiormente é a ausência de Ti, fruto dessa consciência relativa, de individualidade, e separação de tudo e de todos. Essa consciência de separação gera atrito e sofrimento. A Consciência Una, é Absoluta e Integradora, fonte de Felicidade e Contentamento. Em termos absolutos nada Realmente acontece, e em termos relativos nada realmente acontece além de Ti. Tudo é uma expressão do Teu Ser. Os objetos (pai, mãe, filhos, companheiros, casas, carro, dinheiro, condições onde estás inserido, etc), existem em Ti, são Parte de Ti, são pequenas expressões do Teu Ser. Aprecia a relatividade como uma expressão do Teu Amor, do Teu Ser. Relaxa, não leves as coisas tão a sério, tudo é para o teu entretenimento. Usa o teu “tempo” de forma construtiva, reclama o Teu estatuto Cósmico, Onipresente, Onipotente, de Serenidade, Amor, Paz, Plenitude, Bem-aventurança, o SELF QUE ÉS!
Em Serenidade,
Satyavan
Não existe morte, não existe nascimento, não existem outros além de mim, apenas uma Serenidade Absoluta, apenas um Oceano de Pura Consciência Cósmica, Pleno, Sereno, Imortal, Perfeito. A ilusão da separação, a busca desta plenitude, juntamente com a identificação com o corpo (conjunto do corpo físico, energético, emocional, mental) impele-nos nesta jornada em busca desta bem-aventurança, erroneamente através dos órgãos sensoriais, de dentro para fora.
O teu corpo é apenas um objeto na Tua mente, é uma criação da Tua mente, apenas existe na Tua mente. Todos os objetos que reconheces além de ti, fora de ti (pai, mãe, filhos, companheiros, casas, carro, dinheiro, etc) são apenas objetos na tua mente. E a tua mente existe no Self, este Self És Tu. Desta forma todos os empreendimentos na busca da plenitude como algo fora de ti, estão destinados ao fracasso, pois nada existe além de Ti. Nada trará plena satisfação, faltará sempre alguma coisa, e frustração será sempre a sua marca. Aprendemos que a felicidade é um estado continuo de excitação que ocorre após o contato entre objetos, entre o nosso corpo, e os objetos além e fora do mesmo. Nada poderia estar mais longe da realidade. Este contato aparente entre os objetos gera excitação, que podemos interpretar como excitação positiva, ou negativa, de acordo com a natureza dos objetos, ou seja, de acordo com a natureza do primeiro objeto (teu corpo), e de acordo com a natureza dos outros objetos (objetos além do teu corpo). A Felicidade é um estado de Serenidade absoluta, de ausência de excitação, de Plenitude, resultado da Auto-Realização, a única coisa pela qual vale a pena Almejar.
Pela lógica, excitação e serenidade são conceitos opostos, sendo que, irritação, nervosismo, exaltação, afervoraramento, estímulo, agitação, são sinônimos de excitação; e, tranqüilidade, pureza, calma, são sinônimos de serenidade. Completo, cheio, inteiro, satisfação, contentamento, perfeição, são sinônimos da palavra: plenitude. Desta forma não te iludas com os estímulos sensoriais, com os contatos entre os objetos, e busca a plenitude, a satisfação, o contentamento, e perfeição de Seres quem És, aquele Oceano de Pura Consciência Cósmica, Pleno, Sereno, Imortal, Perfeito!
Enquanto te identificares com o corpo e com a mente, vais reconhecer objetos além de ti, e continuar a gerar cobiça e aversão. A cobiça e a aversão que parecem diametralmente opostas, a uma luz maior são apenas estados de excitação, resultado do contato entre os objetos, de todo oposto à serenidade que buscamos. Realiza essa Consciência Una, pelo entendimento da natureza ilusória do que tens vivenciado. Vive a tua vida com um entendimento perfeito, de que o que estás a vivenciar é fruto de desejos passados, e que os desejos presentes vão criar o futuro, ou seja, mais vivências, e que enquanto não quebrares o ciclo, a ilusão continua, e o vazio permanece.
O vazio que sentes interiormente é a ausência de Ti, fruto dessa consciência relativa, de individualidade, e separação de tudo e de todos. Essa consciência de separação gera atrito e sofrimento. A Consciência Una, é Absoluta e Integradora, fonte de Felicidade e Contentamento. Em termos absolutos nada Realmente acontece, e em termos relativos nada realmente acontece além de Ti. Tudo é uma expressão do Teu Ser. Os objetos (pai, mãe, filhos, companheiros, casas, carro, dinheiro, condições onde estás inserido, etc), existem em Ti, são Parte de Ti, são pequenas expressões do Teu Ser. Aprecia a relatividade como uma expressão do Teu Amor, do Teu Ser. Relaxa, não leves as coisas tão a sério, tudo é para o teu entretenimento. Usa o teu “tempo” de forma construtiva, reclama o Teu estatuto Cósmico, Onipresente, Onipotente, de Serenidade, Amor, Paz, Plenitude, Bem-aventurança, o SELF QUE ÉS!
Em Serenidade,
Satyavan
Adorei !Foi tão inspirador e tão verdade ,muito obrigada pelas palavras ...Namaste
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