Visitante: Mas a tristeza apodera-se de mim e não me deixa experienciar esse fogo de que fala...
Satayavan: Não me entenda mal, tente entender as palavras...
A tristeza se for longa é uma benção!
Um monte de castelos se constroem na areia, que um dia vem o mar e leva embora...assim é esta experiência, neste e nos outros planos, não tem grande diferença. Enquanto o ser anda iludido com tudo o que o rodeia, anda embriagado com as promessas da felicidade fora. As decepções, são choques de realidade, são bençãos e não castigos, que levam a um gradual baixar dos braços! Óptimo, que Felicidade na decepção! Terminou o propósito para fora, não tem mais. Nada mais satisfaz, não existe motivação para continuar! Perfeito!
Agora amiga, ainda aí está, com essa tristeza, ainda aí está!
Não acredita mais em promessas da vida, e ainda aí está! A aparente morte da personalidade, é como se fosse o ressussitar do espirito. Permaneça aí, olhe bem para a tristeza, olhe bem de frente, não fuja, não pensa acerca da tristeza, apenas olhe para ela, agora olhe para quem olha...olhe para si, e olhe novamente para a tristeza, não pense nada, não pense na tristeza, apenas a observe, agora olhe de novo para o observador, olhe para si, não pensa em si, não pense em quem olha, apenas olhe para si; olhe de volta para a tristeza, olhe a tristeza de frente, sem julgamentos, sem questionamentos, sem raciocinios, olhe em serenidade a tristeza, e agora olhe novamente para si...fique consigo agora, olhe para si, não pense em nada, observe a consciência que observa, olhe para o seu eu mais intimo, sem julgamentos, sem distrações. Se a tristeza vier, deixa a vir, observe-a durante um tempo, e depois volte para si, para a consciência que observa e permaneça aí. Gradualmente passe mais tempo consigo, nesse espaço intimo real. Esqueço o mundo e as suas promessas e fique aí! Encontrará toda a alegria nesse espaço, é só uma questão de tempo...Não procure nada, não regeite nada...
Satayavan: Não me entenda mal, tente entender as palavras...
A tristeza se for longa é uma benção!
Um monte de castelos se constroem na areia, que um dia vem o mar e leva embora...assim é esta experiência, neste e nos outros planos, não tem grande diferença. Enquanto o ser anda iludido com tudo o que o rodeia, anda embriagado com as promessas da felicidade fora. As decepções, são choques de realidade, são bençãos e não castigos, que levam a um gradual baixar dos braços! Óptimo, que Felicidade na decepção! Terminou o propósito para fora, não tem mais. Nada mais satisfaz, não existe motivação para continuar! Perfeito!
Agora amiga, ainda aí está, com essa tristeza, ainda aí está!
Não acredita mais em promessas da vida, e ainda aí está! A aparente morte da personalidade, é como se fosse o ressussitar do espirito. Permaneça aí, olhe bem para a tristeza, olhe bem de frente, não fuja, não pensa acerca da tristeza, apenas olhe para ela, agora olhe para quem olha...olhe para si, e olhe novamente para a tristeza, não pense nada, não pense na tristeza, apenas a observe, agora olhe de novo para o observador, olhe para si, não pensa em si, não pense em quem olha, apenas olhe para si; olhe de volta para a tristeza, olhe a tristeza de frente, sem julgamentos, sem questionamentos, sem raciocinios, olhe em serenidade a tristeza, e agora olhe novamente para si...fique consigo agora, olhe para si, não pense em nada, observe a consciência que observa, olhe para o seu eu mais intimo, sem julgamentos, sem distrações. Se a tristeza vier, deixa a vir, observe-a durante um tempo, e depois volte para si, para a consciência que observa e permaneça aí. Gradualmente passe mais tempo consigo, nesse espaço intimo real. Esqueço o mundo e as suas promessas e fique aí! Encontrará toda a alegria nesse espaço, é só uma questão de tempo...Não procure nada, não regeite nada...
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