Olá amigo(a) buscador(a) bem-vindo(a)! Que estas linhas abaixo te
ajudem a despertar de qualquer que seja a dormência em que te encontres,
isto se conseguires chegar ao final deste texto que ficou um pouco
longo eheheh!... Lembra-te que tens as melhores intenções, e que a
ilusão é fortemente convincente, por isso não te sintas melindrado(a)
com a exposição, mas aproveita, expande o teu entendimento, liberta-te
das tuas ilusões! Desperta para quem és verdadeiramente! Se ainda te
encontras de alguma forma com a ilusão de controle sobre a vida que
reconheces, e desse ponto de reconhecimento, tentas criar uma vivência
em que não tenhas de experimentar os teus medos, em que buscas a
segurança, e atenção que isto de segurança é bem mais amplo do que
imaginas, sabe que continuas iludido(a)... usa estas linhas da melhor
forma possível, estão aqui para te ajudar. Aproveita!
O Verdadeiro Buscador da Verdade reconhece-se dentro do sonho, mas não
participa do mesmo, mesmo que o que ele reconhece como o seu corpo e a
sua mente até estejam engajados no sonho, não tem como ser diferente,
pois estes (corpo e mente) fazem parte, ou são o sonho, no entanto a sua
atenção está no observador do sonho e não no sonho em si. O verdadeiro
buscador é uma raridade atemporal, o que significa que está fora do
domínio do tempo; que não se enquadra em tempo algum; que não pertence a
um tempo específico; que não se distrai com as
aparências/circunstâncias, pois está totalmente tomado pela
vontade/necessidade de despertar! O Verdadeiro Buscador da Verdade, não
está mais interessado no sonho nem nas características do sonho, apenas e
só em despertar!
Observando o sonho...
A vida conforme a observas e de onde a observas é apenas um sonho que parece ser Real, onde o Real parece ser apenas um sonho, e daí até podes tentar descobrir o que é a realidade, mas desse ponto de percepção apenas idealizas o Real dentro dos moldes do sonho, que em nada tem de Real. Saber o que é Real é saber quem é verdadeiramente o sonhador, em nada tem a ver com os moldes do sonho, ou seja, nada tem a ver com quem é o individuo (corpo/mente/personalidade) dentro do cenário (mundo reconhecido pelo corpo/mente onde se reconhece a personalidade), também não é um exercício intelectual de criação rebuscada, mas tem a ver com o reconhecimento/realização do observador, ou seja, daquele/daquilo que observa o corpo/mente/personalidade, e o cenário onde este se encontra, e está além dele.
Nesse sonho onde aparentemente te encontras existem muitos outros buscadores: buscadores do bem-estar; buscadores do conforto; buscadores da paz, buscadores do amor, buscadores do poder, buscadores da felicidade, buscadores da alegria, Buscadores do Fantástico (designarei apenas de buscadores do bem-estar), e raros, pouquíssimos buscadores da Verdade! Os muitos designados por buscadores do bem-estar, buscam a Felicidade no sonho como se o mesmo fosse real, os raros já entenderam que é apenas um sonho, e buscam apenas e só despertar, mas não despertar para outro sonho, mas despertar para o Real, para Si Mesmos...
Nesse grande grupo de buscadores de bem-estar, podemos dividir em dois grandes grupos: os do chamado” Mundo Material” e do “Mundo Espiritual”. Os do Mundo Material são aqueles que afirmam ser um animal racional, atenção que isto pode e deve ser contestado, mas a parte de animal não tem como contestar, observemos: a vida animal a grosso modo, resume-se a segurança, ou seja: alimento, abrigo/conforto/prazer, proteção contra as adversidades/intempéries, aceitação do grupo/manada, procriação/continuação da espécie, todas estas sendo necessidades primordiais. Nada de diferente destes buscadores do bem-estar do mundo material. Para estes impera o acaso, a sorte e o azar sem considerar o elemento divino na equação... Os do Mundo Espiritual são iguais aos do mundo material, apenas colocam na equação do bem-estar o elemento divino... pois, imaginam que foi o que falhou na equação anterior... Falta a prova dos nove e a prova real eheheh... que virá a seu tempo... mas, sobre estes vale um capítulo à parte.
Bom agora o buscador do bem-estar é espiritualizado, acredita em Deus, ou em vários Deuses, tem uma vida dedicada a Deus, ou, e à espiritualidade, num cenário espiritual, emerso no estudo do universo, dos mundos que reconhece, em busca de entendimento da origem o do propósito da existência como um todo e do seu papel no meio de tudo isso, com práticas espirituais tentando transformar aquilo que reconhece como sendo os seus defeitos em virtudes, na sua visão tornando-se dia após dia merecedor de bem-estar, de uma vida com sentido. Ele de fato tem as melhores intenções, apenas continua iludido como estava anteriormente... e daí até chegarmos à parte do racional ainda demora um pouco. Vejamos: neste universo, bem mais amplo, a vida já não é vista como algo ao acaso, existe um propósito maior para tudo isto que é reconhecido, existem leis que regem toda a existência. Existe gradualmente o acesso a essas mesmas leis: ainda assim tudo isso ocupa uma pequena parte da sua atenção, e a grande parte da sua atenção ainda está na segurança (alimento, abrigo/conforto/prazer, proteção contra as adversidades/intempéries, aceitação do grupo/manada, procriação/continuação da espécie, todas estas sendo necessidades primordiais), apenas em cenários diferentes, mais espirituais, ou ocupa a maior parte da sua atenção, e o mais importante passa verdadeiramente ao lado, por muito que assim não pareça. Resumidamente sabe que só acontece o que tem de acontecer, e ainda assim continua preocupado se amanhã terá o que comer, onde se abrigar, e alguém com quem partilhar isso...
Nesse sonho que parece real, existem grandes ciclos e pequenos ciclos, em que potenciam diferentes experiências, com diferentes características, com as mesmas oportunidades, para a mesma história, para o mesmo “buscador atemporal”. Temos pequenos ciclos, como noite e dia, abundância escassez, felicidade sofrimento, morte nascimento; e grande ciclos como as mudanças de eras, ciclos que afetam todos os que são reconhecidos no sonho, em que as características da vida humana e da sua experiência sofrem mudanças muito grandes, que se pode até chamar de mudanças drásticas para aqueles que consideram o mundo com as características predominantes neste momento como sendo as únicas e as que definem o que é normal/real.
E assim dizem que temos mais uma Nova Era, chamada era de aquário, a Era de Ouro, com novos valores, novos sabores, mas o mesmo “buscador atemporal”... Novos valores sim, começa por aqui a grosso modo, em que os moldes de concepção de vida/existência humana, mudam completamente de paradigmas, e assim vemos, uma transição do grupo acima descrito dos buscadores do bem-estar do mundo material, para os buscadores do bem-estar do mundo espiritual, que são os novos valores, uma adaptação da ilusão para novos cenários e campos de experiência; ou seja, a transição de valores, mas a mesma ilusão.
A migração de um grupo para o outro não é fácil, e talvez até haja o sucumbir de muitos indivíduos no processo, pois os valores que regiam as suas vidas perderam o sentido, e deixam de encontrar satisfação ou e propósito nas “coisas” onde encontravam anteriormente, e começa a crise, a santa crise que os leva a quebrar, ou a sucumbir com os velhos paradigmas, em que gradualmente, ou abruptamente os velhos valores desaparecem, e os novos valores ganham forma. O novo homem, a nova terra, a mesma história...
Amanhã os buscadores do bem-estar do mundo material serão uma espécie extinta! Aqueles que hoje são vistos como os buscadores do bem-estar no mundo espiritual, serão visto novamente como os buscadores do bem-estar do mundo material, pois os conceitos/moldes do mundo espiritual serão diferentes, mais “amplos” do que agora, como já foram anteriormente... Se hoje poucos têm consciência de outras “realidades” (dentro do sonho, claro...) mais sutis, e a maioria apenas reconhece como real, o que se enquadra dentro da experiência sensorial apelidada de física, amanhã haverá a consciência dessas realidades mais sutis, e amanhã serão normais, como hoje é normal a realidade apenas física. Para os indivíduos de hoje que fizerem a transição, haverá um período de embevecimento até que se torne normal, para os que vierem já dentro das novas características será normal... como é hoje... Os alternativos de hoje, serão os normais de amanhã, isto durará um certo “tempo” ,e depois reaparecerão os novos alternativos, ou seja, na próxima mudança de era... Os comerciantes do ontem, são os terapeutas/holísticos do hoje, que serão os comerciantes do amanhã. Dentro do novo espectro de consciência, o mundo dito espiritual de hoje, será o mundo material de amanhã, e surgirá um novo mundo espiritual com seus novos moldes amanhã com os mesmos buscadores do bem-estar, desiludidos com o seu mundo material, em busca de novas saídas para os mesmos problemas, insistindo na mesma ilusão! Tudo muda e nada muda! Nestas transições há fenômenos inevitáveis como até muitos dos buscadores do bem-estar que estavam perto de chegar a buscadores da Verdade, acabam distraídos com estes novos conceitos, com estas novas percepções, deslumbrados com as novas oportunidades no horizonte, e mergulham novamente na ilusão, de onde realmente nunca saíram.
O verdadeiro mundo espiritual de amanhã, será igual ao verdadeiro mundo espiritual de hoje, que é igual ao verdadeiro mundo espiritual de ontem, e a Verdade que tu és Aqui e Agora, em nada tem a ver com tudo isso!
O Verdadeiro buscador da Verdade, está engajado no seu despertar, ele já entendeu para que serve tudo aquilo que observa, o que ele antes chamava de vida, e sabe que serve para nada, ou para tudo depende do ponto de como ele encara. Ele sabe que nada daquilo que observa é real, e sabe que o que é observado não tem valor próprio, além daquele que ele equivocadamente atribui, e que isso apenas acontece pois não sabe quem ele é, e não consegue ir além... Ele usa o que observa de duas formas: primeiro, ele usa o que observa para se libertar da ilusão, e sabe que os seus medos são as “âncoras” que o mantêm “preso”, e cada vez que descobre um medo (crença profunda), ele não descansa enquanto não se liberta dele. Por outro lado, ele sabe que a ilusão lhe dá um feedback por ressonância do Real, dele mesmo. Para que o mundo seja observado tem de haver uma relação de sujeito vs objeto, e cada vez que a sua atenção vai para o objeto (o mundo), ele a traz de volta para o sujeito, para si mesmo, ciente de que este si mesmo, ou no seu ponto de observação, este seu eu, está além do corpo/mente, pois da mesma forma que ele observa o sol, ele e o sol são duas coisas diferentes, ele também observa o que considera ser o seu corpo, então ele não é o corpo, ele também observa o que considera serem as suas emoções, então ele também não é emoção, e ele também observa o que considera serem os seus pensamentos, então ele também não é pensamento, a mesma relação com tudo e o mesmo equivoco, ele também diz a minha alma, e não é alma, também diz o meu Deus... Ele sabe que está “ali”, apenas não consegue definir, e sabendo que a realização não é uma definição, ele se entrega nessa vacuidade da sua própria existência. Da parte a que ele antes chamava de vida, ele sabe que tudo conspira para o seu despertar, e sabe que estará constantemente a ser chamado para se libertar dos seus medos, das suas crenças, e por muito que esteja a experimentar sofrimento, ele não baixo os braços, e se mantém firme no propósito de nada fazer para fugir dos medos, e de permanecer por mais tempo naquela vacuidade da sua presença, até que do que antes era vazio, venho o reconhecimento da própria plenitude, do próprio esplendor, e a diluição do equívoco de individualidade na Existência Plena, a Totalidade! Para “chegar até aqui” ele já se despojou de tudo pelo caminho... Antes ele usava o seu apurado intelecto para elaborar teorias fantásticas acerca da realização de si mesmo, usava esse apurado intelecto para elaborar teorias fantásticas acerca da existência como um todo, e da dita evolução espiritual, agora ele usa esse apurado intelecto para o que ele realmente serve, que é se abstrair pela razão do que se lhe apresenta como real, das impressões que surgem no que ele considera ser o seu espaço íntimo de percepção, onde surgem sensações, emoções e pensamentos, estes sim as “raízes” do tal mundo que observa. Ele descobriu a verdadeira humildade, ele sabe que nada sabe, e não insiste em devaneios, e permanece no silêncio. Antes juntava-se em grupos de outros seres que nada sabiam, e tentavam discutir para chegar a um consenso acerca da verdade. Agora sabendo que nada sabe, e que os outros nada sabem realmente, percebe a inutilidade desse exercício, e regressa ao silêncio.
Ao se abstrair de todos os seus ditos conhecimentos espirituais, de todas as suas complexas teorias, possibilitou-lhe ver certos fenômenos a uma luz mais simples, e isso lhe trouxe algum entendimento... Percebeu que está sempre ali, onde quer que o corpo aparente estar, a sua noção é de que está sempre ali. Percebeu também que o que quer que esteja a experimentar tem sempre uma noção de real, quer seja no que ele chama de realidade, quer seja no que ele chama de sonho, quando se reconhece no que ele chama de sonho, para ele é real, ele apenas chama de sonho quando ele acha que acordou, mas quando sonha aquilo é real, e ele é real assim como se reconhece... Mas apenas quando se despojou de suas rebuscadas teorias é possível ter essa percepção e isso ser libertador... Até lá nem sequer consegue entender quando lê em algum lugar como agora, por exemplo...
Essas mudanças de eras são uma oportunidade para aqueles que fazem a transição, pois de uma era para a outra existe uma espaço de vacuidade, um espaço de vazio, e a oportunidade do reconhecimento que o que era anteriormente não era real, com isto a realização que o que vem tem a mesma característica, ainda assim será “obrigado” a passar pela transição, e nela terá de lidar com muitos, senão com todos os seus medos, inclusive até o da morte, daqui nascerá a oportunidade. O aspirante a buscador da verdade, busca a paz evitando o conflito, o buscador da verdade já não teme o conflito, ele abraça o seu próprio conflito, pois sabe que para quebrar com a sua ilusão, será inevitável o conflito. E Nestas mudanças de eras estes conflitos sucedem-se como uma força avassaladora, e, ao invés de lutar contra ela, ele se entrega a ela, ele realmente a procura. Ele não mais procura a paz, ele sabe que ela será o resultado natural, do esgotar do conflito. Cada vez que é exposto a um medo ele não descansa enquanto não se liberta dele, e aguarda ansiosamente pelo próximo... Cada vez que repousa no silêncio da sua própria existência/presença, retirando a importância de todas as impressões que surgem nele, gradualmente todos os equívocos se desfazem, quer seja de forma mais tranquila, quer seja de forma mais violenta. Ao nível da personalidade podemos falar de retirar a importância das impressões que surgem: por exemplo, como a necessidade de pertencer, a necessidade da segurança, então se ele tem medo de ficar sozinho, ao invés de se desdobrar em esforços para ter companhia, os seus esforços são em procurar esse estado de solidão ou melhor ainda de solitude, para o poder vivenciar, ou então, assim que a “vida” lhe “ameace” com isso, ele se entrega nesse estado, vive os conflitos associados a estar só e permanece neles até que percam a importância, e o aparente poder sobre si.
Aqueles que fizerem a transição para a dita Nova Era, terão de vivenciar o que foi procrastinado até agora, as circunstâncias onde se irão reconhecer irão propiciar isso de forma intensa e incontornável, ou faz a transição ou “sucumbe” com a velha era... Não tem como o homem velho entrar na Nova Era, terá de se transformar no homem novo, e para isso terá de passar pelo fogo... Para aqueles que acham que estão prontos, e dizem: “Nesta era de Aquário, não há Mestres”, e depois: “Agora somos todos Mestres”, “Nós é que vamos fazer a ascensão” e por aí vai... o conselho é observar isso, ainda assim não tenha uma sombrinha de Leão... Se estás à espera de um passo de mágica, bem podes esperar... Cuidado também para as noções ingénuas de “Agora não é mais um movimento isolado, mas sim de toda a humanidade em conjunto”, perfeito para quem sofre da síndroma crónica de individualidade, e apresenta sintomas, como a necessidade de pertencer, de ser aceite... Descobre primeiro quem és e descobrirás quem são os tais outros... As palavras têm o significado que lhes é atribuído, talvez seja bom refletir no significado que lhes estás a atribuir. Talvez o que isso tudo queira dizer, é que agora não é mais tempo de adiar, mas sim de despertar o Buscador da Verdade em ti, e usar o conhecimento daqueles que despertaram para despertares também, ao invés de usar esse mesmo conhecimento para ter um sono mais confortável. Talvez tenha chegado a hora de ao invés de cobiçar e pedir o ouro ao mestre lhe perguntes como o poderias conseguir com o teu próprio esforço, e te ponhas realmente ao trabalho para garimpar o teu próprio ouro, talvez não saibas, mas realmente não tem outra forma. Talvez tenha chegado a hora de assumires responsabilidade pelo teu processo, ao invés de continuar a olhar a paisagem. Talvez tenha chegado a hora de desinchar o peito, baixar a cabeça perante o mistério da tua própria existência. Lembra-te os períodos de convulsão são os mais importantes para o Buscador da Verdade, e ciclicamente são experimentados durante aquilo a que chamas de vida; ciclicamente também têm estes ciclos maiores que trazem períodos intensos de convulsão, grandes oportunidades de libertação. Não percas a oportunidade, não te distraias com a paisagem de agora, nem com paisagens futuras, desperta o Buscador da Verdade em ti, e liberta-te de toda a tua ilusão, aqui e agora! Não é tempo de negociar, não é tempo de procrastinar! Desperta dessa dormência!
O Verdadeiro buscador espiritual, este espécimen raro e precioso, não vê diferenças entre uma Era de Ferro ou uma Era de Ouro, para ele estar preso numa gaiola de ferro ou numa gaiola de ouro é a mesma coisa, prisão é prisão. Ele não espera pelo amanhã, nem se ilude com cenários deslumbrantes, nem promessas grandiosas... Ainda assim este Buscador é realmente raro, precioso e atemporal. Os aspirantes a buscadores da verdade, ou seja, os buscadores do bem-estar, nestas mudanças de eras não terão mais como adiar, e terão de passar pelo fogo agora inevitavelmente, pois não é tempo de negociar! Em vez de viveres com promessas de migalhas que é o que recebes em termos de alegria, porque não ir direto à fonte? Aqueles que não lidarem com o conflito que consideram ser interior, terão de lidar de forma bem mais intensa no que consideram exterior!
Tudo isto acerca do sonho, eheheheh.... Tantas linhas acerca do sonho, do que nem sequer existe, e foi bem resumido, mas na realidade nada há a dizer! Permanece no silêncio, dilui-te no silêncio... Apenas Tu existes, Tu És Totalidade!
Em Serenidade,
Satyavan
muito bom, se aproxima da filosofia dualista que não valoriza tanto a evolução da vida/ser material
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