segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quem Sou Eu? A Busca mais Sublime!

Quem sou eu? Este é o ponto para onde, e de onde tudo converge. A importância de o que é observado deriva diretamente daquele/daquilo que observa, sem aquele/aquilo que observa (o observador), não há observação/reconhecimento. Entendes? 

A confusão do observador com o que é observado é automático/mecânico, tal como todo o resto que é observado é automático/mecânico... Isto é o que conheces como sofrimento! O que quer que observes não és tu, pelo menos não da forma como imaginas... Tudo o que é observado não é o observador! Entendes?

Simples nos seus aspectos mais grosseiros, como quando observas uma árvore, dificilmente te confundes com a mesma, ainda assim podes, e até crias as mesmas relações equivocadas com a árvore, e também dizes a minha arvore, se por acaso ela se encontra no que consideras ser a tua terra. Nos seus aspectos aparentemente menos grosseiros, e digo aparentemente, pois é a mesma coisa, também dizes o meu corpo, as minhas emoções, a minha mente, a minha alma, o meu Deus... isto é o que conheces como sofrimento, as mesmas relações equivocadas estabelecidas com o que é observado, sem real noção do incólume/intocado observador, ou com uma noção equivocada, ou com uma noção correta, ainda assim uma noção apenas... Entendes? 

E a todo o momento estás aí! És o aí! És Plenitude! És Totalidade! Tudo o que é observado serve este momento, serve este reconhecimento apenas, para mais nada. Entendes? 

Não importa quanto tempo aparente durar, tal como todas as outras impressões não é real! Todas as impressões que surgem aí, nesse ‘teu espaço de percepção’, quer sejam físicas, emocionais ou mentais, não são reais, apenas surgem aí, de forma automática/mecânica, surgem aí apenas, não são tuas, não da forma como imaginas, e servem este momento, o reconhecimento daquele/daquilo que observa, não possuem valor próprio. Entendes? 

Aquele/aquilo que observa é Silêncio, é Plenitude, é Totalidade, é Pura Alegria, é Verdade! Aquele/aquilo que observa és realmente Tu! Ao retirares a importância do que realmente nunca teve (aquilo que é observado) realizarás o óbvio, o próprio Esplendor, a Identidade Livre, nada a ver com um conceito intelectual, mas da Realização Final/Total/Real do teu Ser, da Verdade em ti. 

Conhece a tua própria ilusão liberta-te dela, sê Livre, sê a Liberdade! Entendes? Agora Realiza! Liberta-te dos teus conceitos, da tua ilusão e dilui-te no teu silêncio! Precisas de ajuda? Satsanga – Conversas com Satyavan! Estou sempre por aqui para aqueles que estão em abertura! 

Satsanga é estar na presença do Eterno/Absoluto/Verdadeiro em Ti! É estar na Presença da Verdade e se diluir nela! É o encontro do ser conceitual/ideológico (o que achas que és), com o Ser Primordial, a Totalidade, a Verdade que já És/Aqui/Agora. 

Em Serenidade, 
Satyavan

Nenhum comentário:

Postar um comentário